domingo, 29 de janeiro de 2012

RECOMENDADO

The Maccabess - Given To The Wild


Ano: 2012 
País: Inglaterra 
Faixas destaque:  Child, Ayla, Heave, Pelican.
Ouvintes: Indie, Pós-Punk e Neo-Progressive. 




segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

10 grandes álbuns de 2011!!


ANTHRAX - Workship Music
BLACK COUNTRY COMMUNION - Live Over Europe (DVD)
CAVALERA CONSPIRACY - Blunt Force Trauma
DROPICK MURPHYS - Going Out In Style
DYNAHEAD - Youniverse
FOO FIGHTERS - Wasting Ligth
MASTODON - The Hunter 
ONKEL TOM - Nunk Eest Bibendum
SEPULTURA - Kairos
SYMPHONY X - Inconoclast 

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

RECOMENDADO

Leslie's Motel - Dirty Sheets



Ano: 1972
Faixas destaque: Step Down Baby, My Sweet Woman e Movin' Rock N Roll.
Ouvintes: Blues, Jazz/Rock

terça-feira, 8 de novembro de 2011

A falta de publicidade e assessoria no "Underground"


Muitos que vivem o circuito underground – sendo mais específico, rock de baixa estrutura – têm a conclusão de tudo que é vivenciado no cenário independente deve ser aceito com normalidade: a falta de qualidade, estrutura de péssimo aproveito, entre outros fatores que contribuem para a pouca perspectiva de bandas que possuem qualidade e assuntos de interesse social e cultural. Arte e conteúdo temático ficam tão mal lapidados que o que era para ser genial ou importante vai para o ralo sem ninguém notar. Sem contar a falta de comunicação na divulgação dos trabalhos lançados.

Este ser que vos escreve vem observando já algum tempo o quanto é legal participar de eventos considerados underground na cidade, mas sente a falta de circulação da notícia e o quanto a imagem de uma banda é mal tratada. Não existe um plano de divulgação e muito menos um acordo com mídias especializadas para que a informação alcance o maior numero de pessoas. Entre dez bandas, uma ou duas se preocupam em contratar uma assessoria de imprensa, na qual oportunidade é fundamental para ampliar uma rede de contatos. Não importa se o interesse maior é dinheiro ou não, o que vale é que para passar uma mensagem para o público tem que estudar metas para que seja alcançado tal objetivo.

Eu sei o quanto deve ser difícil entrar em um estúdio, gravar, prensar CD, custos com locomoção. Porém, hoje existem ferramentas para que se possa fazer um bom trabalho de publicidade e assessoria a custo baixo, desde contratar uma empresa de assessoria a produção de vídeo-clipe. Outra questão interessante é a divulgação de shows: Não adianta um produtor criar e confeccionar um simples flyer e colar na pagina virtual do amigo. Eu tenho o conceito que além da informação básica, é importante explorar a criatividade e convencer o público estar no evento, bolar idéias e frases convincentes, pensar em uma arte legal e chamativa, produzir um spot e vídeo-comercial – o que mais existe é espaços para divulgação de forma gratuita.

Enquanto existir o conceito que o underground deve ser tratado em segundo e terceiro plano, as bandas terão uma data-limite para os términos de suas atividades. Qualquer idéia brotada e bem cultivada tem longa durabilidade, basta ter calma e persistência. O underground em minha concepção é sinônimo de honestidade e humildade com a cultura e arte.

domingo, 23 de outubro de 2011

CURTA com Dani Nolden (Shadowside)


Um filme: O Pianista

 Uma trilha sonora: Quase Famosos

 O filme que você empresta e faça questão que não devolva: Glitter e qualquer um da série "Eu sei o que vocês fizeram" etc...

 Água com açúcar que já assistiu mais de uma vez: Ghost

 Cinema nacional: Tempos de Paz

 O mais nostálgico: Caçadores de Emoção. Assisti mais de 20 vezes na minha infância, a ponto de decorar todas as falas.

 Um filme relacionado ao rock: Rockstar

 Uma comédia: Virgem de 40 Anos

 Lição de vida: A Vida é Bela

 Totalmente incorreto para o público: A Ressaca. Um dos filmes mais incorretos e mais engraçados que já vi!
 

sábado, 22 de outubro de 2011

ENTREVISTA: Sirenia



Por Costábile Salzano Jr 
Foto: Divulgação 

Com o prestigio de ser considerada uma das maiores bandas de Gothic Metal da atualidade, o Sirenia está de volta ao Brasil para divulgar o álbum "The Enigma of Life", lançado pela gravadora Nuclear Blast Records. Os noruegueses se apresentam em São Paulo (29 e 30 de outubro - Blackmore Rock Bar) e Rio de Janeiro (2 de Novembro - Recreativo Caxiense).

O grupo atualmente vive um período de glórias e não esconde a felicidade por crescer no tão concorrido cenário do heavy metal. A reportagem conversou com o lider Morten Veland para saber como está a expectativa dos músicos para reencontrar seus obcecados fãs brasileiros, a repercussão do novo álbum, o músico discorreu sobre a importância das mulheres no cenário e revelou que já está pensando no próximo disco.


  
O que o público brasileiro pode esperar dessa nova passagem do Sirenia pelo Brasil?
Morten Veland: Nós realmente estamos muito ansiosos para voltar ao Brasil. Temos memórias maravilhosas dos shows no Rio de Janeiro e São Paulo da nossa última turnê por ai e, com certeza, teremos grandes momentos desta vez também. É sempre um grande prazer tocar para o público brasileiro, vocês detonam! Nós definitivamente iremos dar nossa melhor performance para vocês.

O que você pode adiantar sobre o repertório dos shows. Alguma surpresa?
Morten Veland: Desta vez, preparamos um longo set list. Tocaremos músicas de todos os nosso álbuns. Então, espero fazer todos os nossos fãs felizes mesmo que eles prefiram as novas ou velhas composições.

O Sirenia já gravou bons discos. Qual é a sua determinação na hora de compor? O que te inspira?
Morten Veland: Eu sempre compus do fundo do meu coração e escrevo do fundo da minha alma. Isto aconteceu desde o começo da minha carreira. Minha maior inspiração para compor é o outono e o inverno norueguês. É desta forma que desencadeio os meus sentimentos para criar música e assim por colocar meus sentimentos nas canções. Minha vida é minha maior inspiração para as minhas letras.

Você acredita que está é a melhor fase do Sirenia?
Morten Veland: Acredito que o Sirenia sempre teve uma personalidade, mas agora exploramos coisas novas em nosso conceito musical. Podemos dizer que sim.

Na minha opinião, o som da banda está mais evidente. Você acredita que vocês evoluíram musicalmente?
Morten Veland: Eu toquei todos os instrumentos no nosso último trabalho exceto os violinos, então talvez eu tenha progredido (risos). Definitivamente, tenho trabalhado muito nos últimos anos para melhorar minhas habilidades técnicas e tornar o Sirenia mais maduro. Cada minúsculo detalhe está sujeito a um monte de pensamentos e experimentações. Também sinto que Ailyn fez grande melhoria com ela cantando no último álbum.

Qual é a música que você está mais orgulhoso de ter composto?
Morten Veland: The Enigma of Life. Acredito que esta é a melhor musica que já compus.

Recentemente, o Sirenia se apresentou no Wacken, considerado o maior festival de heavy metal do Mundo. O que você tem a dizer desta experiência?
Morten Veland: Foi maravilhoso tocar no Wacken. O público foi fantástico! Foi muito bom sentir toda a energia que envolve o festival. Fãs de todas as partes do Mundo unidos em um mesmo lugar é algo único. Espero voltar ao Wacken em breve.

Como você vê a atual presença das mulheres no heavy metal com a importância de Cristina Scabbia (Lacuna Coil), Doro Pesch, Tarja Turunen, Amy Lee (Evasnescence), Angela Gossow (Arch Enemy), Dani Nolden (Shadowside), Anneke van Giersbergen (Agua de Annique) e a sua vocalista Ailyn?
Morten Veland: Penso que em 2011, homens e mulheres são iguais em nossa sociedade, pelo menos na maior parte do mundo. As mulheres definitivamente revolucionaram a cena do heavy metal nos últimos 20 anos. Eu sempre amei o som de uma banda de metal pesada combinado com uma bela voz feminina. E eu sempre pensei que a variação foi uma coisa boa. Eu sinto que há mais diversidade na cena do metal hoje em dia do que no passado.

Voltando ao novo disco. Quais são as músicas que você particularmente está mais satisfeito em ter gravado? O feedback dos fãs determina que este é o melhor disco da carreira do Sirenia?
Morten Veland: Eu amo todas as músicas deste álbum! Sinto que todas merecem o seu espaço no disco. As 12 composições foram escolhidas de um monte de músicas 30-40, e as presentes neste registro são as minhas prediletas. Eu acho que é difícil determinar o que define o melhor material, será uma questão de preferências. Mas a resposta dos fãs é o mais importante.

Quais são as suas bandas favoritas no momento. Conhece ou gosta de alguma banda brasileira?
Morten Veland: Não tenho escutado muitas coisas novas. Me prendi nos anos 70, 80 e começo do anos 90. Escuto coisas novas mas não me prendo a nomes. Eu adoro o antigo Sepultura, com o Max nos vocais.

Quais são os seus planos para 2011?
Morten Veland: Queremos fazer mais shows e trabalhar em um novo disco durantes as turnês.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

ENTREVISTA: Six Feet Under




Por Juliana Lorencini
Foto: Divulgação

Após 16 anos de carreira, o Six Feet Under finalmente vem ao Brasil em meio a primeira turnê da banda pela América do Sul. A única apresentação no país acontece no dia 20 de novembro, no Hangar 110, em São Paulo.

O grupo norte-americano promove em sua mais recente turnê o álbum "Graveyard Classics 3" (Metal Blade – 2010), um disco tributo à diversas bandas que influenciaram o Six Feet Under e que têm recebido diversos elogios da imprensa especializada.

Formada em 1993, inicialmente como um projeto paralelo do vocalista Chris Barnes (ex-Cannical Corpse) e do guitarrista Allen West (Obituary), que saiu em 1997. A banda atualmente tem em seu lineup além de Chris Barnes, Steve Swanson (guitarra), Rob Arnold (guitarra, Chimaira), Matt DeVries (baixista contratado, Chimaira) e Kevin Talley (baterista, Chimaira, Daath, Misery Index).

Na entrevista abaixo, Chris Barnes comentou sobre a vinda da banda ao país, o novo álbum “Graveyard Classics 3”, dentre outras curiosidades sobre sua carreira.



O último álbum de vocês é o “Graveyard Classics 3”, que é o terceiro composto apenas de covers de bandas que influenciaram o Six Feet Under. De onde partiu a idéia de lançar mais um disco de covers?
Chris Barnes : Lançamos covers nos primeiros CDs como “Alive and Dead” e “Maximum Violence” como faixas bônus e os fãs pareceram curti-las, então isso pareceu uma boa idéia para fazer um CD inteiro de nossas canções favoritas.

Acredito eu que escolher as bandas e faixas não tenha sido algo fácil, já que são bandas das quais vocês são fãs. Como foi o processo de escolha?
Chris Barnes: Isso não foi tão difícil, realmente éramos todos fãs de praticamente das mesmas bandas e apenas juntamos as idéias de cada integrante.

Esta é a primeira vez que vocês fazem uma turnê pela América do Sul em novembro. Quais as expectativas de vocês para essas apresentações em especial no Brasil?
Chris Barnes: Eu estive na Cidade do México e também estive na Argentina quando estava no Cannibal Corpse, mas essa foi a única vez que estive na América do sul, e eu gostei muito disso! Espero que desta vez seja mais divertido, especialmente no Brasil!

O renomado tatuador Paul Booth fez grande parte das capas dos álbuns de vocês. Como vocês chegaram ao nome de Paul Booth para fazer as artes da capa? E como foi trabalhar com Paul? Vocês já tinham uma idéia em mente ou o deixaram livre para criar?
Chris Barnes: Sim, Paul Both trabalhou em algumas das nossas capas, ele é um grande artista e realmente amo suas coisas! Eu dei a ele as idéias para todas as capas e ele adicionou as dele.

Você vem produzindo todos os álbuns do Six Feet Under desde o inicio da carreira da banda e tem feito um excelente trabalho. Por que a escolha de você mesmo os produzir? E como é o trabalho enquanto produtor? Creio eu que não seja muito fácil!
Chris Barnes: Obrigado! Eu curto estar envolvido em todo o processo de gravação. Acho que isso é importante para garantir que todas as idéias e sentimentos nas músicas serão expressados da forma que a banda deseja. Isso é muito importante para mim. Às vezes é difícil estar envolvido, mas eu gosto disso.

Quando podemos esperar por um álbum de inéditas do Six Feet Under? Você já tem algum material pronto ou em fase de composição?
Chris Barnes: As novas músicas estão compostas e 75% gravadas – o novo álbum será lançado na primavera de 2012.

Eu li em uma entrevista recente, onde você disse que seus pais o ajudaram e incentivaram muito no inicio da sua carreira. Quais foram suas influências musicais? Quais as primeiras bandas que você escutou?
Chris Barnes: Sim, eles fizeram muito, especialmente minha mãe. Eu ouvia Kiss e Black Sabbath desde cedo até que segui em direção a coisas mais pesadas  com o passar dos anos.

Quais vocalistas o influenciaram diretamente?
Chris Barnes: Nenhum.

E atualmente, o que você tem ouvido?
Chris Barnes: Estou trabalhando muito duro em novas músicas do SFU isso é tudo que tenho ouvido...

Obrigada pela entrevista e eu gostaria que vocês deixassem um recado para os fãs brasileiros.
Chris Barnes: Obrigado! E espero encontrar nossos fãs no nosso show no Brasil e se proporcionar a diversão que eles tanto desejam!!!



Confira a mensagem do vocalista Chris Barnes ao público brasileiro